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(Mariza de Carvalho Soares, professora de História da América do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde é doutoranda em História Social e coordenadora do projeto Cinema & História
no Laboratório de História Oral e Iconografia.)
Gallipoli
Diretor: Peter Weir
Assunto: o confronto entre australianos e turcos na península de Gallipoli, durante a Primeira Guerra Mundial.
Resumo: dois rapazes australianos se alistam para lutar junto às tropas inglesas na Primeira Guerra Mundial. São enviados à península de Gallipoli para lutar contra os turcos. Por um erro estratégico do comando inglês, toda a unidade militar composta de australianos e neozelandeses é morta pelos turcos, aliados dos alemães.
Considerações preliminares:
a) Sobre o filme
O filme narra a Batalha de Nek, em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial. Mais que um filme de guerra, é um filme pacifista, que denuncia a violência e a insanidade da guerra, que levou à morte milhares de jovens, que não sabiam sequer por que estavam lutando. Essa perspectiva explica o fato de o diretor ocupar grande parte do tempo apresentando um quadro social e psicológico dos dois jovens que protagonizam o filme. A música de fundo é “Adagio”, de Albinoni.
(...)
d) Dificuldades e recomendações
É interessante que o filme seja visto do ponto de vista biográfico e não como um filme de guerra. Essa perspectiva torna a sua análise muito mais rica porque permite pensar uma variedade de temas que ultrapassam os limites da guerra. Na verdade, aqui não se trata da guerra propriamente, mas de como a guerra afetou pessoas e países que estavam muito longe dos acontecimentos e dos motivos que levaram à eclosão desse conflito. É interessante notar que em nenhum momento o filme esclarece por que a guerra está acontecendo. Essa falta de explicação é intencional e visa a mostrar que os motivos que levaram aqueles rapazes à guerra nada tinham a ver com a guerra propriamente e sim com eles mesmos.
e) Idéias-chaves
A questão que o filme nos coloca diz respeito ao próprio sentido da guerra. Por que teriam morrido todos aqueles meninos que pouco antes corriam pelas planícies da Austrália? Na verdade, é uma pergunta que se aplica a muitas guerras.
Diretor: Peter Weir
Assunto: o confronto entre australianos e turcos na península de Gallipoli, durante a Primeira Guerra Mundial.
Resumo: dois rapazes australianos se alistam para lutar junto às tropas inglesas na Primeira Guerra Mundial. São enviados à península de Gallipoli para lutar contra os turcos. Por um erro estratégico do comando inglês, toda a unidade militar composta de australianos e neozelandeses é morta pelos turcos, aliados dos alemães.
Considerações preliminares:
a) Sobre o filme
O filme narra a Batalha de Nek, em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial. Mais que um filme de guerra, é um filme pacifista, que denuncia a violência e a insanidade da guerra, que levou à morte milhares de jovens, que não sabiam sequer por que estavam lutando. Essa perspectiva explica o fato de o diretor ocupar grande parte do tempo apresentando um quadro social e psicológico dos dois jovens que protagonizam o filme. A música de fundo é “Adagio”, de Albinoni.
(...)
d) Dificuldades e recomendações
É interessante que o filme seja visto do ponto de vista biográfico e não como um filme de guerra. Essa perspectiva torna a sua análise muito mais rica porque permite pensar uma variedade de temas que ultrapassam os limites da guerra. Na verdade, aqui não se trata da guerra propriamente, mas de como a guerra afetou pessoas e países que estavam muito longe dos acontecimentos e dos motivos que levaram à eclosão desse conflito. É interessante notar que em nenhum momento o filme esclarece por que a guerra está acontecendo. Essa falta de explicação é intencional e visa a mostrar que os motivos que levaram aqueles rapazes à guerra nada tinham a ver com a guerra propriamente e sim com eles mesmos.
e) Idéias-chaves
A questão que o filme nos coloca diz respeito ao próprio sentido da guerra. Por que teriam morrido todos aqueles meninos que pouco antes corriam pelas planícies da Austrália? Na verdade, é uma pergunta que se aplica a muitas guerras.
(Mariza de Carvalho Soares, professora de História da América do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde é doutoranda em História Social e coordenadora do projeto Cinema & História
no Laboratório de História Oral e Iconografia.)